Arquivo de etiquetas: Memória

Coro

a Maria entrando terra adentro com as suas mãos respirando a força do sol,
a comoção do realizador com a morte e campa da Maria, com as palavras da filha de Maria,
a Maria fixando-se palavra viril – o que é um homem bom? pergunto-te agora? procuro-te
e ficas a pensar na possibilidade do nome das coisas, das tuas coisas quotidianas, tão a jeito e próximas da
tua indiferença,
« o porco-preto é mais difícil de conseguir, corre mais» Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XX

  XX   Nem eu , amor, suspeitei que a fuga nos franquearia o poder de  nos exilarmos em sossego, excedendo-nos força e atrito que  impede a emoção de não consumar o simples. Como é saber  fugir ignorando?   E … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XIX

  XIX   No meu ciúme, amor, há uma fatalidade embutida, uma adaga  assolando a alienação do meu bem na bifurcação ou apenas um  berço em que adormeço colhendo frutos. Nele sei encontrar a  infâmia ou a tua mão acenando, … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XVII

  XVII   Para sempre, amor, é uma oração alheia ao humano  perecimento. Mas há quem nos seus lábios a tenha escrito,  quando beija, a meio de uma enfermidade (amor) que vai  acariciando como se esta lhe fosse estranha.   … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – VI

  VI   Quando o tempo tiver passado, amor, excedendo-nos na sua  composição, talvez haja alguém que compreenda a negação  bastando-se, sem dúvida, sem hesitação.   E do meu pesar somente a vergonha me impede de não negar,  também, amor, … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – V

  V   Temor, amor, é o que sinto despojada de ti, é não saber de que são feitas as tuas lágrimas ou se choras ou em que pensas quando adormeces ou se ris quando estás só.   Temor, amor, … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – IV

  IV   Sei apenas, amor, que o tempo pára imóvel e o espaço abre  em lume a tua presença, quando – só – amor, espero esse lume,  nada mais.   Mas, é com um cuidado atento que desço uma … Continuar a ler

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