Arquivo da Categoria: Mateus 7.6

Mateus 7.6 – XXX

  XXX   Brandos e mansos os hálitos misturando-se como um perfume  lânguido ou envenenado, eriçando o revelar dos segredos, no  liame, no amor de realidades distintas, afundando-se na  corrosão desesperada da festividade: a vida.   Anúncios

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Mateus 7.6 – XXIX

  XXIX   Porque não sobrevives, amor, ao meu lado, restaurando a  imagem que consentes de mim, sem que eu fique fábula ou  irreconhecível.   Amor, porque sobrevives, imerso, pendente na corrosiva  penumbra em que persistes, cantando tudo, deturpando a  … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XXVIII

  XXVIII   Exausta da minha solidão, amor, vou olhando para os espelhos,  e furtivo (amor) é o bater de asas das borboletas, quando  morcego te aproximas para um jantar, por entre licores e a  pobre música do acaso.   … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XXVII

  XXVII   No tempo das buganvílias, amor, as noites segredam os seus  desejos em estivais sorrisos de pálpebras, e os corpos  aproximam-se nos precipícios como se tivessem asas que os  resgatassem na queda.   Mas nos promontórios não há … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XXVI

  XXVI   Rendo-me, amor, à ausência, fustigando tudo o que em mim  me enraíza a ti – obrigada – sem que milagre algum nesta terra  derrote o desígnio.   Por vezes, amor, sei que não existo dentro das tuas … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XXV

  XXV   Não sei de que se faz a indiferença, amor, como podes trazer- -me dentro sem que não te ilumines, sem que não te censures  perversamente, sem que não saibas quando te olho: vou  morrendo como uma pedra … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XXIV

  XXIV   Malograr, amor, é tão excêntrico, neste ser-te. Porque não te  descuidas? Eu que dos meus olhos exclui o mundo para que  possas reflectir a minha sombra segurando-me os ombros,  também me perdi sem contenda na ruptura.   … Continuar a ler

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