Mapas de Espelho – Para que não inventassem que dizia

para que não inventassem que dizia

 

Revoltou-se na ferida devolvida no confundir do lençol, com o arrojo da indiferença lançou-se
na arena: alucinava;
Seduzida na sua fúria rompia vermelha viva a carne, oxidado simula em cada ímpeto a afectação
a opaca razão arremessada na contracção do corpo e lastima a secreta ânsia do seu proveito.
Na ébria desidratação alucina sob um aplauso ultrajado,
só, para que não inventassem, a convulsão do tempo, que dizia.

 

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3 respostas a Mapas de Espelho – Para que não inventassem que dizia

  1. This is wonderful writing!
    Thanks for the follow.

    Liked by 1 person

  2. I, too, am grateful that you are following my blog. I wish I understood Portuguese. Do you have any suggestions as to how to translate your posts into English?
    Thank you,
    Tanja

    Gostar

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